Pastor Joaquim Neto chega de viagem a EL Salvador
O pastor sênior da Igreja Batista do Angelim, Joaquim Neto, esteve na última semana em mais uma viagem missionária internacional, dessa vez ele foi acompanhado do irmão José Serra (o José Feliz) à cidade de San Salvador, em El Salvador, na Ámerica Central.
O pastor esteve compartilhando com a igreja sua experiência naquele lugar, no culto de quarta-feira, dia 09 de junho. Os irmãos deram bom testemunho do que viram ali na igreja de Elim, uma igreja com mais de 100.000 membros, num país de extrema pobreza e assolado por decádas de guerra civil.
O pastor fez questão de ressaltar que, para sua surpresa, nós como igreja local em São Luís, estamos no caminho certo para sermos uma igreja de impacto e que vai alcançar multidões para o reino de Deus.
Veja algumas fotos da viagem do pastor Joaquim a El Salvador
Presidente Lula: “Antes das eleições, todo evangélico é bom”
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva disse nesta segunda-feira que o sucesso internacional de empresas e setores econômicos brasileiros se deve ao empenho de seu governo em defender os interesses do país no exterior.
Ele também acusou governos passados de não fazerem o mesmo.
“[O Brasil] está dando certo porque eu não tenho vergonha de chegar em qualquer país do mundo e defender o algodão brasileiro, defender a cana e o álcool brasileiro, defender a soja, o milho e o empresário brasileiro.
Não tenho nenhuma vergonha, muito menos demérito. Sinto orgulho de defender as coisas que esse país faz”, disse Lula, durante anúncio do Plano Safra 2010/2011, na sede da Embrapa, em Brasília.
Lula disse que foi o governante que mais tratou com respeito os produtores de álcool e criticou governos políticos que só se aproximam dos usineiros com interesses eleitorais.
“Neste país, por interesses eminentemente políticos, tinha governante que tinha vergonha de usineiro. Não tinha vergonha possivelmente de pedir dinheiro para campanha, mas tinha vergonha depois de dizer que era amigo de usineiro.”
O presidente também criticou políticos que se aproximam dos evangélicos apenas em época de eleições e disse que não tem “duas caras.”
“Tem político que tem vergonha de evangélico. Antes das eleições,todo evangélico é bom. Depois das eleições, se puder não recebe porque significa atraso. Comigo não tem essa história.
“Não é possível governar um País desse tamanho com duas caras. Ou você se mostra e faz as coisas do jeito que têm que ser feitas, ou o Brasil não poderia dar certo. E todos nós somos testemunhas de que o Brasil está dando certo”, afirmou.
Recentemente o presidente Lula visitou o Missionário R. R. Soares para pedir apoio da Igreja Internacional da Graça a candidata Dilma Rousseff que nesse período pré-eleição já visitou eventos de diversas religiões diferentes, inclusive evangélicas. O pré-candidato José Serra recentemente financiou e participou do evento Gideões Missionários da Última Hora da Igreja Assembléia de Deus.
Fonte: Folha e Gospel+
U2 toca hino cristão “Amazing Grace” em nova turnê
A banda irlandesa U2 já é bastante conhecida por ter músicas com citações bíblicas e letras com mensagens positivas. Em sua nova turnê, 360°, mais uma vez Bono Vox surpreendeu aos fãs ao cantar o famoso hino cristão “Amazing Grace”.
Tocando guitarra, Bono canta o hino até a primeira estrofe (Maravilhosa graça/ quão doce é o som/ que salvou um miserável como eu/ Uma vez estive perdido, agora me achei/ Eu estava cego, mas agora enxergo). Depois a banda acompanha tocando a introdução da música “Where the streets have no name”.
O hino, composto no século XVIII pelo inglês John Newton, é uma das músicas mais famosas dos Estados Unidos, sendo tocadas até em eventos do governo. O fato de a banda mesclar o hino com “Where the streets have no name” se refere ao sentimento de Bono em relação a essa música.
Em uma entrevista concedida em 2005, Bono explicou que “Where the streets…” é a música que eles “chamam” a Deus. “Esta é a música em que podemos ter certeza que, assim que tocarmos, Deus entra pela porta”, disse Bono.
Em 2005 a banda recusou ceder a música para um comercial de TV. Foi oferecido à banda 12 milhões de libras, porém Bono afirmou que o dinheiro seria bem vindo, pois ele iria doá-lo a uma de suas instituições na África, mas ele não teria ter associada a sua música a um comercial. Para a banda, esta é uma música “especial”, pois clama a Deus a Sua Presença
Fonte: Gospel Mais
A Igreja chinesa é uma das que crescem mais rapidamente no mundo
CHINA (13º) - Na 13ª posição da Classificação de países por perseguição, a China é o terceiro maior país do mundo e possui a maior população do planeta. A Igreja chinesa é uma das que crescem mais rapidamente no mundo. Hoje, aproximadamente 80 milhões de protestantes e católicos formam a Igreja deste país de 1,3 bilhões de habitantes. Enquanto não há dados quanto ao crescimento das igrejas não-registradas, o número de congregações de igrejas protestantes registradas aumenta entre 500 a 600 mil a cada ano. O número de reuniões dos fieis ultrapassa a marca dos 15 milhões, e eles se reúnem em mais de 50 mil igrejas e outros lugares de culto.
Estima-se que 50 milhões de cristãos chineses ainda esperam por sua primeira Bíblia e, sem a posse de sua própria cópia das Escrituras, muitos são presas fáceis de heresias e falsos ensinamentos. Não falta entusiasmo aos evangelistas, mas a maioria é mal treinada e pouco equipada. Além disso, há conflitos entre os líderes cristãos. Acredita-se que atualmente a pior tentação enfrentada pela Igreja chinesa seja o materialismo, particularmente dentro do contexto da explosão econômica do país.
Teoricamente, os cristãos chineses têm direito à liberdade religiosa, mas o espaço para evangelização é limitado. Os cristãos não podem se reunir em templos não-registrados e tampouco evangelizar publicamente.
A perseguição ao cristianismo abrange desde multas e confisco de Bíblias até destruição de templos. Evangelistas são detidos, interrogados, aprisionados e torturados. Além da perseguição governamental, as tentativas de evangelizar muçulmanos no extremo noroeste do território chinês têm enfrentado resistência e alguns ataques.
Motivos de oração
1. Louve a Deus pelo assombroso crescimento da Igreja. Ore para que a perseguição seja atenuada, para que materiais de treinamento sejam desenvolvidos e para que as Bíblias tornem-se cada vez mais acessíveis, impedindo assim o avanço de heresias.
2. Os líderes cristãos chineses sofrem muito pelo evangelho. Ore pelos milhares de evangelistas e pastores chineses que enfrentam noites de insônia, separação de suas famílias, reuniões secretas e risco de prisão a fim de pastorear seus rebanhos. Muitos têm treinamento insuficiente e poucos recursos, mas ainda assim viajam constantemente para compartilhar o que sabem.
3. O crescimento econômico chinês é visto como um grande desafio para a Igreja. Os cristãos chineses julgam que a perseguição é uma bênção. A principal preocupação dos pastores é o efeito que o materialismo decorrente da crescente economia chinesa pode provocar nos cristãos.
4. Muitos pastores têm sido enviados a campos de trabalho. A comida é ruim e o trabalho é muito pesado, porém muitos são capazes de pregar e formar igrejas dentro dos campos. Alguns o fazem de forma tão eficiente que são até confinados na solitária para evitar que preguem o evangelho.
5. A Igreja sofre com a grande falta de unidade. Muitos líderes das igrejas registradas e das não-registradas têm medo e desconfiança entre si. Alguns acusam o Movimento Patriótico das Três Autonomias de traição, enquanto seus líderes acreditam que as igrejas não-registradas estão em pecado por agir contra o governo. Ore para que estas divisões entre os líderes sejam eliminadas e haja reconciliação entre eles.
6. A China sofre com a falta de recursos para a evangelização. Louve a Deus pelas muitas ferramentas de evangelismo que são levadas ao país todos os anos. Materiais impressos e vídeos resultam em inúmeros novos convertidos por cópia distribuída. Ore para que a quantidade de materiais levados ao país aumente.
Tradução: Missão Portas Abertas
| Fonte: Portas Abertas |
Cristãos são agredidos e aprisionados em templo budista
BANGLADESH (45º) – Integrantes de um grupo armado rebelde e seus simpatizantes estão mantendo três cristãos cativos em um templo budista no sudeste de Bangladesh depois de agredir os cristãos em uma tentativa de forçá-los a retornar para o budismo.
Presos desde o dia 16 de abril estão o pastor Shushil Jibon Talukder, 55, Bimol Kanti Chakma, 50, e Laksmi Bilas Chakma, 40, da Igreja batista Maddha Lemuchari, no vilarejo de Lemuchari. Eles deverão ficar presos por 15 ou 20 dias como punição por terem abandonado o budismo.
Os budistas locais são considerados poderosos, pois têm ligações com o United Peoples Democratic Front (Frente democrática dos povos unidos, UPDF), um grupo armado.
Depois de prender os cristãos no dia 16 de abril, os budistas armados forçaram outros cristãos da igreja batista a demolir o templo com suas próprias mãos. Antes, os extremistas confiscaram todos os cobertores, Bíblias e hinários da igreja.
As fontes disseram que dois integrantes do UPDF foram até a casa do pastor Talukder na manhã do dia 16 de abril, dizendo para que ele fosse até a casa de um líder budista em um vilarejo próximo. Eles também pediram que os membros da igreja fossem até sua casa, e cerca de 15 cristãos o fizeram.
Após uma pequena disputa, os budistas escolheram o pastor e outros dois cristãos e começaram a agredi-los, ferindo gravemente o pastor. Então, eles levaram os cristãos a um templo budista próximo para realizar um batismo, raspar a cabeça e vesti-los em túnicas amarelas como parte do ritual de conversão.
As fontes disseram que o pastor Talukder foi espancado quase até a morte.
“O pastor foi tão agredido que ele não conseguia caminhar até o templo. Os budistas o levaram a uma esteira de madeira, que é utilizada para carregar um corpo para o enterro ou cremação.”
O pastor Talukder foi tratado no templo com injeções intravenosas e hipodérmicas que salvaram a vida dele.
O chefe de distrito Sona Ratan Chakma disse que “três budistas renegados” estão sendo mantidos no templo budista por falta de doutrina religiosa.
“Eles se tornaram cristãos, e estão quebrando as regras e costumes da sociedade budista, então os anciãos ficaram bravos com eles. Por isso que eles foram enviados para o templo por 15 ou 20 dias. Para que eles possam retornar ao budismo.”
Chakma disse que os cristãos não foram torturados, mas foram punidos proporcionalmente à gravidade de seu “desvio social”.
“Eles foram punidos para que recuperem seu bom senso”, afirma Chakma.
Tradução: Missão Portas Abertas
Fonte: Compass Direct






